Saímos de um momento histórico onde os empresários acreditavam na leniência dos seus funcionários e pouco se importavam com a opinião dos seus clientes, e partimos para o extremo oposto onde a construção da reputação empresarial passou a ser valorizada e até perseguida por todas as empresas. E, para se construir uma reputação empresarial,

é necessário muito mais do que construir uma imagem superficial. É necessário agir de acordo e saber como compartilhar isso com seu público interno. Por isso o Endomarketing passou a ganhar uma importância ainda maior nas organizações.


As empresas estão buscando mais do que um par de mãos - ao contrário d que dizia Henry Ford. Elas querem o talento, mas também o engajamento de seus colaboradores. Querem pessoas realizadas, que se identifiquem com os propósitos da marca e se transformem em seus defensores, multiplicadores de suas ideias. Ampliando resultados em seus negócios e consequentemente, atingindo a tão almejada satisfação do cliente.


Mas como fazer com que essas pessoas sejam encantadas

com o que fazem? Como mantê-las informadas sobre os valores da empresa? Como engajá-las em seus propósitos e fazer com que sejam defensoras de sua marca e seus produtos?


Pense que estamos falando de cenários onde poucos funcionários sabem realmente o que a empresa produz. Qual é o resultado final daquele trabalho que ele desempenha com esforço.


Por isso a forma como o endomarketing atua após o diagnóstico da empresa passa pela construção de um posicionamento: O que a empresa é, quais os seus valores, sua missão? Como a empresa quer ser percebida pelos stakholders? O que ela espera dos seus funcionários e como quer que eles se sintam?


Compartilhar esse posicionamento passa pela construção do maior canal de comunicação da empresa: seus líderes. E prepará-los para serem uma ponte com sentido duplo facilitando o relacionamento entre a empresa e os funcionários e entre os funcionários e a empresa. Assim as relações começam no momento da integração do funcionário

e passam pelos feedbacks e reconhecimentos.



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Atualizado: 19 de Set de 2018

Estava lendo uma pesquisa publicada na Revista Época, aonde explicitava que a Engenharia Civil era o setor que apresentava o maior numero de desempregados no momento. Pasmo,procurei amigos que são da área para entender este fato. E realmente é assustador. O volume de desempregados na área, assim como em outras, ainda cresce. Fato explicado pela crise no mercado como um todo, além da faxina anti corrupção que estamos vivendo nos dias de hoje.Os maiores empregadores do setor de engenharia estão com parte de seus bens bloqueados, alguns lideres ainda na cadeia, muitos proibidos de atuar no mercado interno, o que realmente torna a crise moral e econômica, difícil de engolir.


Em situações cíclicas de crise,como a que estamos vivendo no Brasil, é comum o estado crítico de aumento exponencial do volume de desempregados. Além de engenheiros, Administradores de Empresa também fazem parte dessa lista de profissionais mais desempregados, até por que, foram oferecidos em demasia pelas inúmeras instituições de ensino superior, e com baixa qualificação, se tornaram regra da lei econômica da oferta e procura. Conselhos profissionais que não protegem seus associados, não determinam e aplicam regras para atuação profissional na área, facilitando ainda mais o escoamento destes colaboradores para a fila em busca de novos empregos.


Chego a conclusão de que parar e esperar não é uma boa opção. A busca pelo empreender não é para todos, mas talvez seja a melhor posição. Novos negócios são gerados em momentos de crise. Novas profissões surgem e novos entrantes são contabilizados como os futuros donos do nicho de mercado a que se propõem. Essa visão, inclusive apoiado por Tony Robbins, institui a necessidade de saber vender o próprio peixe. Vender o seu negócio, o seu portfólio de atividades. Não estou dizendo aqui para você ir comprar água mineral a "1x" no atacado e vender a "5x" no varejo, muito menos aquela história dos morangos vendidos em engarrafamentos ou guarda-chuvas que se multiplicam na hora da chuva. Estou falando das startups, dos novos mercados que estão se abrindo. Não adianta neste momento saber construir um prédio, se não estamos contratando para isso.


Não adianta você dominar a teoria sobre de produção de Taylor e Fayol, se o mercado esta pedindo por motoristas de "UBER".A visão deve ir além. Muita leitura, muita pesquisa será requerida para isso. As vezes até muita conversa entre amigos, na mesa de bar, pode gerar novos negócios. Um amigo, engenheiro civil, que estava desempregado, decidiu montar um Delivery de bebidas geladas e um sortimento de salgados e outros alimentos, para os moradores do próprio prédio. Em dois anos, comprou um carro, montou um depósito e esta fornecendo para as redondezas, no bairro aonde reside. O faturamento dele cresceu 300% em dois anos de muito suor.

"Ahh!!!! mas eu vou ter que me posicionar deste jeito??? Eu sou um cara graduado. Não vou me sujeitar a isso." Pois é, muita gente vai pensar assim. Eu não estou fora deste momento de crise, por que sou empresario, ou por que tenho novos clientes entrando, ou por que comprei um carro novo, meu filho esta na escola... Não. Eu passo pela mesma crise que todos vocês. A situação é que a visão diante das oportunidades nos faz aproveitar os "pequenos filés" que o mercado joga.


Alexandre Ferreira - Agência Nova Café

Agora é hora de renovar, deixar de ser lagarta e buscar criar asas. Ninguém vai determinar o que você vai fazer, muito menos julgar se é digno ou não. Desde que não seja criminoso, não prejudique ninguem, você pode criar seus horizontes, seu horario de trabalhar, seu local de atuação. Tenho amigos que sao concursados, ganhavam bem até uns 3, 4 anos atrás, mas que diante da crise, o governo parou de dar reajuste. Manter o padrão exige correr atrás. Essas pessoas, mesmo empregadas, estão montando os "planos B". Tem pessoas que alugavam imoveis para viver de renda, que decidiram baixar o valor de seus imoveis para não perder os inquilinos. Gente, só não vale ficar parado esperando o trem passar, até por que essa crise ainda tem muito vagão pra apresentar no trilho.

Acredite, conheça seu mercado, e vá vender seu peixe.

Temos sido questionados sobre a modernização dos canais da comunicação interna das empresas, quando muito se fala sobre abandonar os murais e os jornais corporativos para abraçar as TVs digitais, contratar aplicativos mobiles e outras soluções que excluem quase que completamente a utilização dos papéis. Este é o melhor dos mundos e certamento o caminho que todas as empresas estão ou deverão percorrer dentro em breve. Mas antes de sair quebrando todos os displays de cartazes A3 que tal fazer um exercício de avaliação da atual estrutura da sua empresa?


Detalhes que dão a cara da Nova Café

Ainda existem empresas que estão engatinhando no processo de comunicação interna com demandas iniciais neste longo processo de percepção, planejamento e posicionamento. Estão construindo sua estrutura, sua equipe e seus processos. Que ainda não trabalham a percepção dos seus valores, seus propósitos claramente. Mas que possuem, desde o começo, uma intranet por saberem na teoria, que este canal é eficiente e necessário, mesmo que não o alimentem.


A dos canais de comunicação é muito importante - é ótimo quando você dispõe das ferramentas certas, dos canais mais modernos, que oferecem mais vantagens e agilidade na comunicação. Mas de que adianta ter uma intranet que não é alimentada? Uma TV corporativa sem conteúdo, um aplicativo que não foi engajado? É construir sem lastro, sem fundação. É encarar uma etapa muito avançada no processo de construção de imagem sem ter vencido as etapas anteriores.


No cenário ideal, você tem os seus objetivos determinados no planejamento e as estratégias que você vai abraçar para conseguir alcançá-los. Assim, os canais de comunicação são planejados e a equipe que estará responsável por desenvolver cada etapa é formada.


Mas quando o cenário é outro? Quando não existe a possibilidade de investir em equipe, ampliar o contrato da agência ou desenvolver novos fornecedores? Quando o que existe é uma pequena equipe de comunicação interna cheia de desafios e resultados da última pesquisa de clima?


É nesse universo em que trabalhamos a maioria das vezes. É nele que atuamos. Por isso, respondo que quando a empresa ainda não tem a opção de produzir conteúdo na quantidade e nos prazos exigidos por meios tão elaborados, o melhor é optar pelos tradicionais canais de comunicação analógicos que exigem menos correria e conteúdo.Sendo bem trabalhados, eles podem ser um bom começo para a criação de uma cultura da comunicação saudável e bem sucedida.


#AgênciaNovaCafé #Endomarketing #ComunicaçãoInterna